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Entidades Envolvidas

O processo das ZAER envolve diferentes entidades públicas, técnicas e científicas, assegurando uma abordagem integrada e multidisciplinar.

Foram convidadas para reuniões de trabalho representantes das seguintes entidades públicas e privadas (por ordem alfabética):

  • Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP)
  • Associação Portuguesa de Avaliação de Impactes (APAI)
  • Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) e demais empresas do setor
  • Agência Portuguesa do Ambiente (APA)
  • Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP)
  • Coligação C7:
    • Associação Nacional de Conservação da Natureza (QUERCUS)
    • Associação Natureza Portugal em associação com WWF (ANP WWF)
    • Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade (FAPAS)
    • Associação Sistema Terrestre Sustentável (ZERO)
    • Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA)
    • Liga para a Protecção da Natureza (LPN)
    • Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA)
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P. (CCDR Alentejo)
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P. (CCDR Algarve)
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro)
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, I.P. (CCDR LVT)
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, I.P. (CCDR Norte)
  • Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR)
  • Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG)
  • Direção-Geral do Território (DGT)
  • Empresa de Desenvolvimento Mineiro, SA (EDM)
  • Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)
  • E-REDES
  • Federação Nacional dos Baldios (BALADI)
  • Grupo Lobo
  • Infraestruturas de Portugal (IP)
  • Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)
  • Morcegos.pt
  • Património Cultural, I.P.
  • Redes Energéticas Nacionais (REN)
  • Sociedade Portuguesa de Botânica (SPB)
  • Tagis Centro de Conservação das Borboletas de Portugal
  • The Nature Conservancy (TNC)
  • Turismo de Portugal, I.P.
  • Vulture Conservation Foundation (VCF)

As principais preocupações identificadas e pontos discutidos nas reuniões com as entidades encontram-se sistematizados de seguida:

  • Localização das ZAER em áreas sensíveis a nível ecológico, paisagístico, económico, patrimonial, etc.
  • Buffers e áreas de interesse (ecológico, paisagístico, económico, etc.) a considerar na definição das ZAER.
  • Outros elementos a considerar nas diversas componentes (ecologia, paisagem, economia, ordenamento do território, jurídico, energia) para a definição das ZAER.
  • Escala para espacializar a informação e definir as ZAER.
  • Dimensão das ZAER e respetiva distribuição pelo território nacional.
  • Tipo de informação e dados que já está mapeada e que pode ser integrada na definição das ZAER.
  • Dispersão de dados espacializáveis e o desafio de os integrar na definição das ZAER.
  • Forma de divulgação das ZAER.
  • Metas ambiciosas do PNEC 2030.
  • Dualidade solar eólica – análise integrada versus individual.
  • REN e RAN – potencial das áreas para ZAER, disponibilidade de cartografia, tratamento dos condicionantes.
  • Integração de questões associadas a diversos tipos de atividades económicas (turismo, agricultura, etc.).
  • Compatibilização de usos.
  • Rede de distribuição, transporte e armazenamento.
  • Títulos de Reserva de Capacidade de rede.
  • Mercado energético – interesses, custos e imprevisibilidade.
  • Potencial das áreas artificializadas, degradadas, industriais e minas abandonadas.
  • Potencial da hibridização, reequipamento e sobreequipamento.
  • Potencial e constrangimentos do autoconsumo individual e coletivo e das comunidades de energia.
  • Integração de medidas relacionadas com a proteção, preservação e mitigação do património cultural, arqueológico e natural.
  • Medidas de monitorização, mitigação e compensação das ZAER.
  • Medidas preventivas, compulsórias e mecanismos de seguimento a serem integradas nos projetos de energias renováveis solar e eólica em terra.
  • Quadro legal a considerar (por potenciar ou estar em conflito) na definição das ZAER.
  • Atual processo de licenciamento ambiental versus o que é previsto para as ZAER.
  • Constrangimentos associados ao licenciamento.
  • Outros constrangimentos que possam condicionar a aceleração das energias renováveis solar e eólica em terra.
  • Ausência de procedimentos de Avaliação Impacte Ambiental e respetivas implicações.
  • Tipo de impactos gerados por projetos de energias renováveis solar e eólica em terra.
  • Impactos cumulativos.
  • Possível especulação imobiliária associada às ZAER.
  • Integração de questões sociais na implementação de projetos de energias renováveis solar e eólica em terra.
  • Salvaguarda dos interesses das comunidades locais.
  • Benefícios sociais e fiscais para as populações locais afetadas.
  • Integração de diferentes contextos e desafios territoriais do País.
  • Tipo de recomendações que a AAE e PSZAER deve elaborar.
  • Acautelar a monitorização dos projetos de energias renováveis solar e eólica em terra e respetivas medidas.
  • Transparência do processo de participação pública.
  • Alcance da divulgação da plataforma de participação pública.
  • Tempo de vigência dos projetos a implementar em ZAER.
  • Boas práticas das ZAER para pós 2030.
  • Necessidade de clarificar que as ZAER não são as únicas zonas onde se podem implementar projetos de energias renováveis solar e eólica em terra.
  • Necessidade de clarificar diferença entre as ZAER e outras zonas onde se possam implementar energias renováveis solar e eólica em terra com procedimento de AIA.
  • Necessidade de melhorar a comunicação.